O Protestantismo francês iniciou-se com o reformador católico Jacques Lefevre, que iniciou suas pregações em 1514, portanto antes de Lutero.
Depois que a Reforma tornou-se pública na Alemanha, atingiu também as massas francesas. Logo, os protestantes franceses passaram a seguir as orientações de João Calvino.
O rei Francisco I da França iniciou uma dura perseguição, gerando guerras de religião. O édito de Orléans de 1561 interrompeu a perseguição por alguns anos, e em 17 de Janeiro de 1562, o édito de Saint-Germain reconheceu os seus direitos pela primeira vez.
As guerras religiosas em França começaram com um massacre de 1000 huguenotes em Vassy a 1 de Março de 1562. Em 1572, milhares de huguenotes foram mortos no massacre da noite de São Bartolomeu, e a anistia foi concedida no ano seguinte.
A quinta guerra santa contra os Huguenotes começou a 23 de Fevereiro de 1574 e a perseguição continuou periodicamente até 1598, quando o rei Henrique IV emitiu o Édito de Nantes autorizando aos protestantes a liberdade religiosa e direitos idênticos aos dos católicos.
Memórias não fazem apenas parte da nossa história, mas sim da nossa vida, definem oque fomos e o oque ainda seremos.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Procurando a FELICIDADE!
Zoroastro: Por volta do século VII a.C. na região dos atuais Irã e Afeganistão, criou uma doutrina religiosa, o zoroastrismo, que se baseava numa luta permanente entre o bem e o mal. O bem incluiria tudo o que fosse agradável ao homem: beleza, justiça, saúde, felicidade etc.. No final dos tempos, haveria a vitória definitiva do bem. A missão dos homens seria a de procurar apressar essa vitória final, através de uma conduta individual correta.
Aproximadamente na mesma época, na China, dois filósofos apontaram dois caminhos para se atingir a felicidade: Lao Tsé defendeu que a felicidade podia ser atingida tendo, como modelo de nossas ações, a natureza. Já Confúcio enfatizou o disciplinamento das relações sociais como elemento fundamental para se atingir a felicidade.
A felicidade é um tema central do budismo, doutrina religiosa criada na Índia por Sidarta Gautama por volta do século VI a.C. Para o budismo, a felicidade é a liberação do sofrimento, liberação esta obtida através do Nobre Caminho Óctuplo. Segundo o ensinamento budista, a suprema felicidade só é obtida pela superação do desejo em todas as suas formas. Um dos grandes mestres contemporâneos do budismo, o dalai lama Tenzin Gyatso, diz que a felicidade é uma questão primordialmente mental, no sentido de ser necessário, primeiramente, se identificar os fatores que causam a nossa infelicidade e os fatores que causam a nossa felicidade. Uma vez identificados esses fatores, bastaria extinguir os primeiros e estimular os segundos, para se atingir a felicidade[2].
Mahavira, um filósofo indiano contemporâneo de Sidarta Gautama, enfatizou a importância da não violência como meio de se atingir a felicidade plena. Sua doutrina perdurou sob o nome de jainismo[3].
Para o filosófo grego Aristóteles, que viveu no século IV a.C., a felicidade estaria no equilíbrio, na harmonia[4].
Epicuro, filósofo grego que viveu nos séculos IV e III a.C., defendia que a melhor maneira de alcançar a felicidade é através da satisfação dos desejos de uma forma equilibrada, que não perturbe a tranquilidade do indivíduo[5].
Pirro de Élis, filósofo grego contemporâneo de Epicuro, também advogava que a felicidade residia na tranquilidade, porém divergia quanto à forma de se alcançar a tranquilidade. Segundo Pirro, a tranquilidade viria do reconhecimento da impossibilidade de se fazer um julgamento válido sobre a realidade do mundo. Tal reconhecimento livraria a mente das inquietações e geraria tranquilidade. Este tipo de pensamente é, historicamente, relacionado à escola filosófica do ceticismo[6].
Outra escola filosófica grega da época, o estoicismo, também defendia a tranquilidade (ataraxia) como o meio de se alcançar a felicidade. Segundo essa escola, a tranquilidade poderia ser atingida através do autocontrole e da aceitação do destino[7].
Jesus Cristo defendeu o amor como o elemento fundamental para se atingir a harmonia em todos os níveis, inclusive no nível da felicidade individual. Sua doutrina ficou conhecida como cristianismo.
Maomé, no século VII, na Península Arábica, enfatizou a caridade e a esperança numa vida após a morte como elementos fundamentais para uma felicidade duradoura, eterna[8].
O cristianismo, após a morte de Jesus, aprimorou-se institucionalmente e dividiu-se em vários ramos. Um deles, o catolicismo, produziu muitos filósofos famosos, como Tomás de Aquino, que, no século XIII, descreveu a felicidade como sendo a visão beatífica, a visão da essência de Deus.
O filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau defendeu que o ser humano era, originalmente, feliz, mas que o advento da civilização havia destruído esse estado original de harmonia. Para se recuperar a felicidade original, a educação do ser humano deveria objetivar o retorno deste à sua simplicidade original[9].
Na Inglaterra dos séculos XVIII e XIX, os filósofos Jeremy Bentham e John Stuart Mill criaram o utilitarismo, doutrina que dizia que a felicidade era o que movia os seres humanos. Segundo o utilitarismo, os governos nacionais têm, como função básica, maximizar a felicidade coletiva[10].
O positivismo do filósofo francês Auguste Comte (1798-1857) enfatizou a ciência e a razão como elementos que deveriam nortear o ser humano na busca da felicidade. Esta felicidade seria baseada no altruísmo e na solidariedade entre todo o gênero humano, formando a chamada "religião da humanidade".
O filósofo alemão Karl Marx (1818-1883) defendeu o estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes, como elemento fundamental para se atingir a felicidade humana.
O psiquiatra Sigmund Freud (1856-1939), o criador da psicanálise, defendia que todo ser humano é movido pela busca da felicidade, através do que ele denominou princípio do prazer. Porém essa busca seria fadada ao fracasso, devido à impossibilidade de o mundo real satisfazer a todos os nossos desejos. A isto, deu o nome de "princípio da realidade". Segundo Freud, o máximo a que poderíamos aspirar seria uma felicidade parcial[11].
A psicologia positiva - que dá maior ênfase ao estudo da sanidade mental e não às patologias - relaciona a felicidade com emoções e atividades positivas[12].
A economia do bem-estar defende que o nível público de felicidade deve ser usado como suplemento dos indicadores económicos mais tradicionais, como o produto interno bruto, a inflação etc.
Estudos científicos recentes têm procurado achar padrões de comportamento e pensamento nas pessoas que se consideram felizes. Alguns padrões encontrados são:
Aproximadamente na mesma época, na China, dois filósofos apontaram dois caminhos para se atingir a felicidade: Lao Tsé defendeu que a felicidade podia ser atingida tendo, como modelo de nossas ações, a natureza. Já Confúcio enfatizou o disciplinamento das relações sociais como elemento fundamental para se atingir a felicidade.
A felicidade é um tema central do budismo, doutrina religiosa criada na Índia por Sidarta Gautama por volta do século VI a.C. Para o budismo, a felicidade é a liberação do sofrimento, liberação esta obtida através do Nobre Caminho Óctuplo. Segundo o ensinamento budista, a suprema felicidade só é obtida pela superação do desejo em todas as suas formas. Um dos grandes mestres contemporâneos do budismo, o dalai lama Tenzin Gyatso, diz que a felicidade é uma questão primordialmente mental, no sentido de ser necessário, primeiramente, se identificar os fatores que causam a nossa infelicidade e os fatores que causam a nossa felicidade. Uma vez identificados esses fatores, bastaria extinguir os primeiros e estimular os segundos, para se atingir a felicidade[2].
Mahavira, um filósofo indiano contemporâneo de Sidarta Gautama, enfatizou a importância da não violência como meio de se atingir a felicidade plena. Sua doutrina perdurou sob o nome de jainismo[3].
Para o filosófo grego Aristóteles, que viveu no século IV a.C., a felicidade estaria no equilíbrio, na harmonia[4].
Epicuro, filósofo grego que viveu nos séculos IV e III a.C., defendia que a melhor maneira de alcançar a felicidade é através da satisfação dos desejos de uma forma equilibrada, que não perturbe a tranquilidade do indivíduo[5].
Pirro de Élis, filósofo grego contemporâneo de Epicuro, também advogava que a felicidade residia na tranquilidade, porém divergia quanto à forma de se alcançar a tranquilidade. Segundo Pirro, a tranquilidade viria do reconhecimento da impossibilidade de se fazer um julgamento válido sobre a realidade do mundo. Tal reconhecimento livraria a mente das inquietações e geraria tranquilidade. Este tipo de pensamente é, historicamente, relacionado à escola filosófica do ceticismo[6].
Outra escola filosófica grega da época, o estoicismo, também defendia a tranquilidade (ataraxia) como o meio de se alcançar a felicidade. Segundo essa escola, a tranquilidade poderia ser atingida através do autocontrole e da aceitação do destino[7].
Jesus Cristo defendeu o amor como o elemento fundamental para se atingir a harmonia em todos os níveis, inclusive no nível da felicidade individual. Sua doutrina ficou conhecida como cristianismo.
Maomé, no século VII, na Península Arábica, enfatizou a caridade e a esperança numa vida após a morte como elementos fundamentais para uma felicidade duradoura, eterna[8].
O cristianismo, após a morte de Jesus, aprimorou-se institucionalmente e dividiu-se em vários ramos. Um deles, o catolicismo, produziu muitos filósofos famosos, como Tomás de Aquino, que, no século XIII, descreveu a felicidade como sendo a visão beatífica, a visão da essência de Deus.
O filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau defendeu que o ser humano era, originalmente, feliz, mas que o advento da civilização havia destruído esse estado original de harmonia. Para se recuperar a felicidade original, a educação do ser humano deveria objetivar o retorno deste à sua simplicidade original[9].
Na Inglaterra dos séculos XVIII e XIX, os filósofos Jeremy Bentham e John Stuart Mill criaram o utilitarismo, doutrina que dizia que a felicidade era o que movia os seres humanos. Segundo o utilitarismo, os governos nacionais têm, como função básica, maximizar a felicidade coletiva[10].
O positivismo do filósofo francês Auguste Comte (1798-1857) enfatizou a ciência e a razão como elementos que deveriam nortear o ser humano na busca da felicidade. Esta felicidade seria baseada no altruísmo e na solidariedade entre todo o gênero humano, formando a chamada "religião da humanidade".
O filósofo alemão Karl Marx (1818-1883) defendeu o estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes, como elemento fundamental para se atingir a felicidade humana.
O psiquiatra Sigmund Freud (1856-1939), o criador da psicanálise, defendia que todo ser humano é movido pela busca da felicidade, através do que ele denominou princípio do prazer. Porém essa busca seria fadada ao fracasso, devido à impossibilidade de o mundo real satisfazer a todos os nossos desejos. A isto, deu o nome de "princípio da realidade". Segundo Freud, o máximo a que poderíamos aspirar seria uma felicidade parcial[11].
A psicologia positiva - que dá maior ênfase ao estudo da sanidade mental e não às patologias - relaciona a felicidade com emoções e atividades positivas[12].
A economia do bem-estar defende que o nível público de felicidade deve ser usado como suplemento dos indicadores económicos mais tradicionais, como o produto interno bruto, a inflação etc.
Estudos científicos recentes têm procurado achar padrões de comportamento e pensamento nas pessoas que se consideram felizes. Alguns padrões encontrados são:
- capacidade de adaptação a novas situações
- buscar objetivos de acordo com suas características pessoais
- riqueza em relacionamentos humanos
- possuir uma forte identidade étnica
- ausência de problemas
- ser competente naquilo que se faz
- enfrentar problemas com a ajuda de outras pessoas
- receber apoio de pais, parentes e amigos
- ser agradável e gentil no relacionamento com outras pessoas
- não superdimensionar suas falhas e defeitos
- gostar daquilo que se possui
- ser autoconfiante
- pertencer a um grupo[13]
- independência pessoal
Referências
- ↑ The Oxford Happiness Questionnaire
- ↑ CUTLER, H. C. e LAMA, D. A Arte da Felicidade. São Paulo: Martins Fontes, 2000. p. 14,15
- ↑ WILKINSON, P. O Livro Ilustrado das Religiões. São Paulo: Publifolha, 2001. pp. 45-46
- ↑ http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/filosofia/o-ideal-e-o-possivel.html
- ↑ MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia - dos Pré-socráticos a Wittgenstein. 13ª edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2010. p. 93
- ↑ MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia - dos Pré-socráticos a Wittgenstein. 13ª edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2010. pp. 95,97,98
- ↑ MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia - dos Pré-socráticos a Wittgenstein. 13ª edição. Rio de janeiro
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

"INSTRUMENTOS DA OBSESSÃO"
Filhos, não vos esqueçais de que, sem vigilância, vós mesmos podereis vos transformar em instrumentos de perturbação espiritual un...s para os outros.
Os espíritos obsessores, interessados em minar-vos a resistência moral, além de assediar-vos diretamente, assediam-vos indiretamente através daqueles que não supõem estar lhes servindo de intermediários para vos subtrair a paz.
A obsessão, quase sempre, é construída sobre o medo e sobre a falta de confiança que a sua vítima demonstra com referência à bondade de Deus, que não relega ninguém ao abandono.
Os vossos adversários invisíveis se esmeram na técnica de vos induzir
ao desequilíbrio, chegando, inclusive, a vos suscitar idéias renitentes de doenças que vos atemorizam e vos implantando na mente pensamentos nocivos que passais a acalentar diuturnamente.
Inspirando pessoas que convivem convosco, algumas mais íntimas,
outras não, colocam-lhes palavras-chaves nos lábios -, palavras que se lhes transformam em pontos de sintonia mental, para a perseguição sem trégua com que os vossos desafetos do pretérito pretendem vos levar à loucura ou a atitudes de extremo desespero.
Quando vos observeis padecendo o assédio sem pausa de idéias que
repercutam negativamente no vosso organismo físico, constrangendo-vos à insônia e à inapetência, à irritabilidade e à apatia, considerai a hipótese de obsessão por causa determinante do, processo que se instala.
Procurai no trabalho o vosso refúgio e não cedais espaço mental
para as sugestões infelizes que tendem a vos ocupar o espaço íntimo.
Filhos, orai com redobrado fervor e não vos afasteis da serenidade, mas esforçai-vos para não perderdes o autodomínio.
Atentai para as palavras de ânimo e de coragem que, por outro lado,
ouvirdes da boca daqueles que o Senhor inspira a fim de vos fortalecer na caminhada.
Não ignoreis os instrumentos do Bem que, no corpo e fora dele,
permanecem lutando convosco para que alcanceis definitiva vitória sobre os vossos próprios desajustes.
Bezerra de Menezes
por Carlos A. Baccelli
Livro: A Coragem da Fé.
Filhos, não vos esqueçais de que, sem vigilância, vós mesmos podereis vos transformar em instrumentos de perturbação espiritual un...s para os outros.
Os espíritos obsessores, interessados em minar-vos a resistência moral, além de assediar-vos diretamente, assediam-vos indiretamente através daqueles que não supõem estar lhes servindo de intermediários para vos subtrair a paz.
A obsessão, quase sempre, é construída sobre o medo e sobre a falta de confiança que a sua vítima demonstra com referência à bondade de Deus, que não relega ninguém ao abandono.
Os vossos adversários invisíveis se esmeram na técnica de vos induzir
ao desequilíbrio, chegando, inclusive, a vos suscitar idéias renitentes de doenças que vos atemorizam e vos implantando na mente pensamentos nocivos que passais a acalentar diuturnamente.
Inspirando pessoas que convivem convosco, algumas mais íntimas,
outras não, colocam-lhes palavras-chaves nos lábios -, palavras que se lhes transformam em pontos de sintonia mental, para a perseguição sem trégua com que os vossos desafetos do pretérito pretendem vos levar à loucura ou a atitudes de extremo desespero.
Quando vos observeis padecendo o assédio sem pausa de idéias que
repercutam negativamente no vosso organismo físico, constrangendo-vos à insônia e à inapetência, à irritabilidade e à apatia, considerai a hipótese de obsessão por causa determinante do, processo que se instala.
Procurai no trabalho o vosso refúgio e não cedais espaço mental
para as sugestões infelizes que tendem a vos ocupar o espaço íntimo.
Filhos, orai com redobrado fervor e não vos afasteis da serenidade, mas esforçai-vos para não perderdes o autodomínio.
Atentai para as palavras de ânimo e de coragem que, por outro lado,
ouvirdes da boca daqueles que o Senhor inspira a fim de vos fortalecer na caminhada.
Não ignoreis os instrumentos do Bem que, no corpo e fora dele,
permanecem lutando convosco para que alcanceis definitiva vitória sobre os vossos próprios desajustes.
Bezerra de Menezes
por Carlos A. Baccelli
Livro: A Coragem da Fé.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Centros de força no corpo humano ou chacras.
Cada chakra recebe uma cor. Cada cor corresponde a uma nota musical.
1º CHAKRA= BASE
Cor do equilíbrio: Vermelha
Nota musical: DO
Numero de pétalas: 4
... Som: LAM
Glândula =Gônada
Cor da vitalidade.
Rege: sangue, coluna vertebral, sistema nervos, os pés e as pernas até a base.
Em desequilíbrio: perdemos a força vital tento a sensação de desesperança e torpor.
2º CHAKRA= Hepático
Cor do equilíbrio: Laranja
Nota musical: RE
Numero de pétalas: 6
Som: VAM
Glândula = Supra-Renal
Cor da criatividade.
Rege: gônadas, aparelho reprodutor, glândulas mamarias, intestino, rins, bexiga e pele.
Em desequilíbrio: sentimos sensação de culpa, timidez, insegurança e problemas sexuais.
3º CHAKRA =Plexo Solar
Cor do equilíbrio: Amarela
Nota musical: MI
Numero de pétalas: 10
Som: RAM
Glândula = Pâncreas
Cor das emoções, do ego.
Rege: pâncreas, estomago, fígado, Baço, intestinos, vesícula e sistema nervoso.
Em desequilíbrio: ficamos agressivos, tensos, nervosos, desequilibrando os outros Chakras.
4º CHAKRA = Cardíaco
Cor de equilíbrio: Verde
Nota musical: FA
Numero de pétalas: 12
Som: YAN
Glândula = Timo
Cor da auto-estima e do amor
Rege: coração, artérias, veias, sistema iconológico, gânglios linfáticos.
Em desequilíbrio: além de afetar toda a parte circulatória, ainda promove o desenvolvimento do câncer...
5ºCHAKRA = Laríngeos
Cor de equilíbrio: Azul cintilante
Nota musical: SOL
Numero de pétalas: 16
Som: HAM
Glândula = Tiróide
Cor do Verbo (da comunicação)
Rege: garganta, cordas vocais, faringe, amídalas, traquéia, pulmões.
Em desequilíbrio:gripe, tosse, asma, bronquite, dificuldades respiratórias, dores de garganta, faringites, gagueira, dores na nuca, pescoço, raiva...etc
6º CHAKRA = Frontal
Cor de equilíbrio: Azul Anil
Nota musical: LA
Som: OM
Numero de pétalas: 96
Glândula = Hipófise
Cor da intuição
Rege: cérebro, olhos, ouvidos, olfato, sistema imunológico e nervoso.
Em desequilíbrio: dores de cabeça, problemas de memória, preocupação, estresse, doenças dos olhos, ouvidos e garganta.
7º CHAKRA = Coronário
Cor: Violeta
Nota musical: SI
Números de pétalas: 980
Som: AUM
Glândula = Pineal
Cor da espiritualidade
Rege: cérebro, olhos, olfato,sistema nervoso e todos os outros chakras.
Em desarmonia: dores de cabeça, neuroses, desordem nervosas, nevralgias...
Em Harmonia liga-se com o DivinoVer mais
1º CHAKRA= BASE
Cor do equilíbrio: Vermelha
Nota musical: DO
Numero de pétalas: 4
... Som: LAM
Glândula =Gônada
Cor da vitalidade.
Rege: sangue, coluna vertebral, sistema nervos, os pés e as pernas até a base.
Em desequilíbrio: perdemos a força vital tento a sensação de desesperança e torpor.
2º CHAKRA= Hepático
Cor do equilíbrio: Laranja
Nota musical: RE
Numero de pétalas: 6
Som: VAM
Glândula = Supra-Renal
Cor da criatividade.
Rege: gônadas, aparelho reprodutor, glândulas mamarias, intestino, rins, bexiga e pele.
Em desequilíbrio: sentimos sensação de culpa, timidez, insegurança e problemas sexuais.
3º CHAKRA =Plexo Solar
Cor do equilíbrio: Amarela
Nota musical: MI
Numero de pétalas: 10
Som: RAM
Glândula = Pâncreas
Cor das emoções, do ego.
Rege: pâncreas, estomago, fígado, Baço, intestinos, vesícula e sistema nervoso.
Em desequilíbrio: ficamos agressivos, tensos, nervosos, desequilibrando os outros Chakras.
4º CHAKRA = Cardíaco
Cor de equilíbrio: Verde
Nota musical: FA
Numero de pétalas: 12
Som: YAN
Glândula = Timo
Cor da auto-estima e do amor
Rege: coração, artérias, veias, sistema iconológico, gânglios linfáticos.
Em desequilíbrio: além de afetar toda a parte circulatória, ainda promove o desenvolvimento do câncer...
5ºCHAKRA = Laríngeos
Cor de equilíbrio: Azul cintilante
Nota musical: SOL
Numero de pétalas: 16
Som: HAM
Glândula = Tiróide
Cor do Verbo (da comunicação)
Rege: garganta, cordas vocais, faringe, amídalas, traquéia, pulmões.
Em desequilíbrio:gripe, tosse, asma, bronquite, dificuldades respiratórias, dores de garganta, faringites, gagueira, dores na nuca, pescoço, raiva...etc
6º CHAKRA = Frontal
Cor de equilíbrio: Azul Anil
Nota musical: LA
Som: OM
Numero de pétalas: 96
Glândula = Hipófise
Cor da intuição
Rege: cérebro, olhos, ouvidos, olfato, sistema imunológico e nervoso.
Em desequilíbrio: dores de cabeça, problemas de memória, preocupação, estresse, doenças dos olhos, ouvidos e garganta.
7º CHAKRA = Coronário
Cor: Violeta
Nota musical: SI
Números de pétalas: 980
Som: AUM
Glândula = Pineal
Cor da espiritualidade
Rege: cérebro, olhos, olfato,sistema nervoso e todos os outros chakras.
Em desarmonia: dores de cabeça, neuroses, desordem nervosas, nevralgias...
Em Harmonia liga-se com o DivinoVer mais
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Quando sou responsável pela guerra!
SOU RESPONSÁVEL PELA GUERRA?
Sou responsável pela guerra, quando não consigo perdoar, ao meu semelhante.
Sou responsável pela guerra, quando carrego mágoas no meu coração.
Sou responsável pela guerra, quando quero fazer com que outras pessoas pensem como eu.
Sou responsável pela guerra, quando acredito que só eu, estou certo.
Sou responsável pela guerra, quando quero mais falar do que escutar, afinal, tenho dois ouvidos para ouvir e uma só boca para falar.
Sou responsável pela guerra, quando fico encolerizado no trânsito.
Sou responsável pela guerra, quando procuro tirar proveito próprio, do cargo que ocupo.
Sou responsável pela guerra, quando não valorizo o meu lar, a família, desdenhando aquilo que tenho.
Sou responsável pela guerra, quando desrespeito os meus pais e a sociedade em que vivo.
Sou responsável pela guerra, quando sou desleal com meus superiores, pares e subordinados.
Por tudo isso não façamos guerra, sejamos todos guerreiros do bom combate, os chamados, "Guerreiros da Paz"!
Sou responsável pela guerra, quando não consigo perdoar, ao meu semelhante.
Sou responsável pela guerra, quando carrego mágoas no meu coração.
Sou responsável pela guerra, quando quero fazer com que outras pessoas pensem como eu.
Sou responsável pela guerra, quando acredito que só eu, estou certo.
Sou responsável pela guerra, quando quero mais falar do que escutar, afinal, tenho dois ouvidos para ouvir e uma só boca para falar.
Sou responsável pela guerra, quando fico encolerizado no trânsito.
Sou responsável pela guerra, quando procuro tirar proveito próprio, do cargo que ocupo.
Sou responsável pela guerra, quando não valorizo o meu lar, a família, desdenhando aquilo que tenho.
Sou responsável pela guerra, quando desrespeito os meus pais e a sociedade em que vivo.
Sou responsável pela guerra, quando sou desleal com meus superiores, pares e subordinados.
Por tudo isso não façamos guerra, sejamos todos guerreiros do bom combate, os chamados, "Guerreiros da Paz"!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Esta sexta-feira (21) marca o início de uma novo solstício, de verão no
hemisfério Sul e de inverno no hemisfério Norte. No verão o solstício a duração
do dia é a mais longa do ano e no inverno a noite é mais longa.
A palavra solstício deriva do latim "sol" e "sístere", que se traduz como permanecer quieto. É o momento em que o Sol antinge a maior declinação em altitude, medida a partir da Linha do Equador. O fenômeno acontece duas vezes por ano, em junho e dezembro. No solstício de dezembro, em especial nas culturas romana e celta, se festejava o retorno do Sol.
Na América Latina o solstício de verão é comemorado por diversas culturas. A data, que representa um marco no Calendário Maia, que gerou uma interpretação sobre o fim dos tempos, para as culturas originárias da região andino-amazônica representa um ciclo caracterizado pelo retorno ao equilíbrio e à relação harmônica com a natureza.
O calendário maia está ligado a um possível alinhamento astronômico, que faz referência ao solstício de inverno, segundo a qual em dezembro o Sol se alinharia ao centro da via láctea, uma alinhamento cósmico que se produz a cada 26 mil anos.
Desde o final do Império Romano, houveram 183 falsas previsões do fim do mundo, que se tornaram frequentes este ano pelo uso das redes sociais.
A Bolívia é um dos países que comemoram o Solstício de Verão com diversas cerimônias e debates sobre a cultura, sabedoria e religiosidade dos indígenas e sua importância como nova era para a humanidade em um evento internacional denominado “Encerrando o ciclo do não-tempo e recebendo o novo ciclo; tempo de equilíbrio e harmonia para a mãe terra”.
O presidente do Equador, Rafael Correa, e os vice-presidentes da Venezulea, Nicolás Maduro, da Argentina, Amado Bodou, e da Nicarágua, Moisés Halleslevens, participarão do soltício desta sexta-feira (21), cujo evento central acontecerá na Ilha do Sol, no lago Titicaca.
“Este 21 de dezembro é o fim do medo, fim da divisão, do egoísmo e da inveja. É o começo da construção da harmonia, da esperança, da confiança”, afirmou o chanceler boliviano, David Choquehuanca. Como cultura, as interpretações são variadas. No Perú, no meio do ano é celebrada a Festa do Sol do Império Inca, uma apoteótica celebração do mundo andino do hemisfério Sul.
O imperador Inca, os sacerdotes e o povo agradeciam o Sol, que, segundo a tradição, fecunda a terra com seu calor e marca o início da época de plantio. Na cerimônia se sacrificava uma lhama, animal típico dos Andes.
A palavra solstício deriva do latim "sol" e "sístere", que se traduz como permanecer quieto. É o momento em que o Sol antinge a maior declinação em altitude, medida a partir da Linha do Equador. O fenômeno acontece duas vezes por ano, em junho e dezembro. No solstício de dezembro, em especial nas culturas romana e celta, se festejava o retorno do Sol.
Na América Latina o solstício de verão é comemorado por diversas culturas. A data, que representa um marco no Calendário Maia, que gerou uma interpretação sobre o fim dos tempos, para as culturas originárias da região andino-amazônica representa um ciclo caracterizado pelo retorno ao equilíbrio e à relação harmônica com a natureza.
O calendário maia está ligado a um possível alinhamento astronômico, que faz referência ao solstício de inverno, segundo a qual em dezembro o Sol se alinharia ao centro da via láctea, uma alinhamento cósmico que se produz a cada 26 mil anos.
Desde o final do Império Romano, houveram 183 falsas previsões do fim do mundo, que se tornaram frequentes este ano pelo uso das redes sociais.
Comemorações acontecem na América do Sul em 21 de dezembro
A Bolívia é um dos países que comemoram o Solstício de Verão com diversas cerimônias e debates sobre a cultura, sabedoria e religiosidade dos indígenas e sua importância como nova era para a humanidade em um evento internacional denominado “Encerrando o ciclo do não-tempo e recebendo o novo ciclo; tempo de equilíbrio e harmonia para a mãe terra”.
O presidente do Equador, Rafael Correa, e os vice-presidentes da Venezulea, Nicolás Maduro, da Argentina, Amado Bodou, e da Nicarágua, Moisés Halleslevens, participarão do soltício desta sexta-feira (21), cujo evento central acontecerá na Ilha do Sol, no lago Titicaca.
“Este 21 de dezembro é o fim do medo, fim da divisão, do egoísmo e da inveja. É o começo da construção da harmonia, da esperança, da confiança”, afirmou o chanceler boliviano, David Choquehuanca. Como cultura, as interpretações são variadas. No Perú, no meio do ano é celebrada a Festa do Sol do Império Inca, uma apoteótica celebração do mundo andino do hemisfério Sul.
O imperador Inca, os sacerdotes e o povo agradeciam o Sol, que, segundo a tradição, fecunda a terra com seu calor e marca o início da época de plantio. Na cerimônia se sacrificava uma lhama, animal típico dos Andes.
- Direitos autorais: Creative Commons - CC BY
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Não adianta se suicidar, porque voce não morre!
Um dos grandes problemas do suicida é o lesionamento do corpo perispiritual. Aqueles que morrem de forma violenta, em circunstâncias alheias à sua vontade, registram.. no perispírito marcas e impressões relacionadas com o tipo de desencarne que sofreram. São, entretanto, passageiras e tenderão a desaparecer tão logo ocorra sua plena reintegração na Vida Espiritual.
O mesmo não ocorre com o suicida, que exibe na organização perispiritual ferimentos correspondentes à agressão cometida contra o corpo físico. Se deu um tiro no cérebro terá grave lesão na região correspondente; se ingeriu soda cáustica experimentará extensa ulceração à altura do aparelho digestivo; se atirou-se diante de um trem exibirá traumas generalizados.
Tais efeitos, que contribuem em grande parte para os sofrimentos do suicida, exigem, geralmente, um contato com nova estrutura carnal, na experiência reencarnatória, para serem superados. E, fatalmente se refletirão nela. O tiro no cérebro originará dificuldades de raciocínio; a soda cáustica implicará em graves deficiências no aparelho digestivo; o impacto violento sob as rodas do trem ensejará complexos quadros neurológicos...
Do livro: Quem tem medo da morte? Richard Simonetti
O mesmo não ocorre com o suicida, que exibe na organização perispiritual ferimentos correspondentes à agressão cometida contra o corpo físico. Se deu um tiro no cérebro terá grave lesão na região correspondente; se ingeriu soda cáustica experimentará extensa ulceração à altura do aparelho digestivo; se atirou-se diante de um trem exibirá traumas generalizados.
Tais efeitos, que contribuem em grande parte para os sofrimentos do suicida, exigem, geralmente, um contato com nova estrutura carnal, na experiência reencarnatória, para serem superados. E, fatalmente se refletirão nela. O tiro no cérebro originará dificuldades de raciocínio; a soda cáustica implicará em graves deficiências no aparelho digestivo; o impacto violento sob as rodas do trem ensejará complexos quadros neurológicos...
Do livro: Quem tem medo da morte? Richard Simonetti
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