sexta-feira, 29 de junho de 2012


                                                                RAÇAS                  

            Sobre a polêmica que sempre envolve raças  e etnias, que por sinal, formam o nosso Brasil e principalmente o sul, que foi colonizado primeiramente por europeus, quero externar minha opinião.

            Salvo melhor juízo, respeitando sempre as tradições de cada uma, reafirmo que, “um povo sem tradição, acaba por ser escravo”. Com isso, tenho a pretensão de dizer que , acima de tudo isso, está nossa própria condição de brasileiro e que precisamos ter a nossa identidade, parando de nos auto denominar de: italiano, alemão, português, africano, etc, etc.., porque, o que realmente nos faz diferentes de outras nações, são as diferentes raças e etnias que compõem a nossa Pátria.

           Falando especificamente sobre a nossa cidade, lembro, que numa certa época, fomos injustamente chamados de nazistas, devido, principalmente a um entendimento errôneo, da mídia nacional, a conceitos emitidos aqui. E aí, nós ficamos a discutir picuinhas, esquecendo, valores maiores, que ficam relegados a segundo plano, discussão esta, que só traz desunião entre nós.

          Precisamos, parar e pensar que, só nos unindo em prol do engrandecimento e da valorização de nossa cultura, poderemos pugnar por melhor educação de nossas crianças e jovens, lembrando que somos um só povo, embora respeitando cada etnia, cada raça, mas sabendo, acima de tudo, que somos gaúchos e brasileiros e que precisamos, repito, ter identidade própria e também gostar do que somos, assumir o que somos e valorizar o que somos.
         pensemos nisso!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

                                                                      ANENCEFALIA
           Este é um assunto que vem despertando a atenção e que tem tomado conta dos noticiários, nos últimos tempos. Realmente, o tema é muito dificil e a tomada de posição de cada um é complicada. Por isso, a importância de se fazer uma profunda reflexão sobre esta polêmica, em nível de saber-se, se é correto, abortar a vida e se existe vida, neste caso, ou não.
          Sabemos, que quando uma criança é gerada, um espírito ali está presente, designado por DEUS, nosso Pai, para o cumprimento de uma missão, seja ela, por pouco ou muito tempo. Portanto, ali já existe um ser, ou seja, uma vida. Quem somos nós para abreviar este tempo, seja ele um minuto, que de repente, àquela alma precisa para um resgate ou então para uma prova? Quem pode saber o que a divina Providência coloca em nosso caminho? Ah, ela não tem cérebro, mas será que ela não tem alma?
         Há alguns anos, um amigo, pai de uma criança que estava hospitalizada em Porto Alegre e que havia sofrido meningite, alguns dias após o nascimento, foi inquirido por um médico da UTI, dizendo a ele, que se esta criança sobrevivesse, poderia ficar com seqüelas, dando a entender que, deveriam ser desligados os aparelhos que a mantinham viva. O pai repeliu veementemente a sugestão de se cometer a dita "caridade" para com a criança eles e eles próprios.
         Quem pode dispor da nossa vida! Serão nossos pais? Serão os médicos, os juízes ou aqueles que estão passando pelo problema!
         Acho, salvo melhor juízo, que Deus na sua infinita sabedoria, misericórdia e amor, nunca colocaria em nossos ombros, peso demasiado que não pudéssemos carregar e se um ser anencéfalo, for colocado em nosso caminho, por que temos de abortá-lo? Não será uma vida que que estaremos matando? E se essa lei for levada para todos os deficientes? Que barbaridade! Faz uma ecografia, ha...eu não quero esta criança e aí onde vamos parar?
          Por isso, encerro com frase de Jesus, nosso grande Mestre: "Eu anseio pelo dia em que haverá um só rebanho e um só pastor."

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

                     

                                                           O BEM E O MAL !

O bem é tudo o que é conforme à lei de DEUS; o mal, tudo o que lhe é contrário. Assim, fazer o bem é proceder de acordo com a lei de DEUS. Fazer o mal é infringi-la. Allan Kardec; o Livro dos Espíritos, questão 630.
A lei de DEUS é a mesma para todos, porém, o mal depende principalmente da vontade que se tenha de o praticar. O bem é sempre o bem e o mal, sempre o mal, qualquer que seja a posição do homem. Diferença só há quanto ao grau da responsabilidade. Allan Kardec; o L E. 636
Tanto mais culpado é o homem, quanto melhor sabe o que faz. L E 637
Com efeito, esclarece Emmanuel, o determinismo divino se constitui de uma só lei, que é a do amor para a comunidade universal. Todavia, confiando em si mesmo, mais do que em DEUS, o homem transforma a sua fragilidade em foco de ações contrárias a essa mesma lei, efetuando, desse modo, uma intervenção indébita na harmonia divina.
Eis o MAL. Urge recompor os elos sagrados dessa harmonia sublime.
Vede, pois que o mal, essencialmente considerado, não pode existir para DEUS, em virtude de representar um desvio do homem, sendo zero na sabedoria e na Providência Divinas.
O Criador é sempre  Pai generoso e sábio, justo e amigo, considerando os filhos transviados como incursos em vastas experiências.
 Mas, como Jesus e seus prepostos são seus cooperadores divinos, e eles próprios instituem tarefas contra o desvio das criaturas humanas, focalizam os prejuízos do mal com a força de suas responsabilidades educativas, a fim de que a humanidade siga retamente no seu verdadeiro caminho para DEUS.
Aproveitar-se do mal praticado por outrem, é tão culpado quanto este, uma vez que tira proveito e dele tira partido.
Há dois tipos de males: o que o homem pode evitar e os que independem de sua vontade. No segundo há os flagelos naturais.
A dor é o aguilhão que impele o homem para o progresso.
A lei divina está gravada na consciência do homem. Os males, o homem cria através de seus vícios, de seu orgulho, da sua cupidez, do seu egoísmo, de seus excessos em tudo. Aí a causa da guerras e das calamidades que estas acarretam, das dissenções, das injustiças, das enfermidades etc..
Do que o homem precisa então? Mudar de vida.
Pode-se dizer então, que o mal é a ausência do bem, como o frio é a ausência do calor. Onde não existe o bem, forçosamente existe o mal. Não praticar o mal, já é um princípio do bem.
Deus somente quer o bem; só do homem, procede o mal. Se na criação houvesse um ser preposto ao mal, ninguém o poderia evitar; mas tendo o homem o livre arbítrio e por guia as leis  divinas, ele pode evitar sempre que queira.
Pesquisa do TOMO l da FEB.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

                                                            QUE PENA!
As pessoas não entenderem as boas intenções.
As pessoas serem covardes e hipócritas.
As pessoas não considerarem que a vida é uma eterna sucessão de erros e acertos e então perdoarem os erros e bonificarem os acertos.
As pessoas não se amarem mutuamente.
As pessoas não praticarem a caridade, onde envolve três itens: benevolência, indulgência e perdão das ofensas.
As pessoas serem egoístas e presunçosas, achando que o mundo tem que girar ao seu redor.
As pessoas não conhecerem a si próprias, penetrando no imo do seu ser e perceber que a vida só pode ser bem vivida, se fizerem alguém feliz.
As pessoas não sorrirem mais.
As pessoas não serem mais fraternas.
As pessoas acumularem ódios e ressentimentos contra  seu próximo, porque, nós somos como um espelho, que reflete tudo o que sentimos e fazemos. Portanto, tudo, mais dia, menos dia, voltará para nós.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

                                             COMO É BELO O NATAL!
                Como é belo o Natal! Onde  ar, parece que se enche de uma energia luminosa que se expande a cada coração, fazendo vibrar cada célula de nosso ser.
Como é belo o Natal! Não o natal do consumismo, dos papais noéis que só querem vender, mas sim, o Natal do advento de Jesus. O anúncio de que Ele está em cada um de nós. 
Como é belo o Natal! Onde as famílias, se reúnem em torno dos mesmos ideais, de paz, amor e amizade.
Como é belo o Natal! Onde a violência que grassa em nossa sociedade, é substituída pelo desejo de amar-nos uns aos outros, sem ressentimentos, sem mágoas e sem remorsos.
Como é belo o Natal! Onde ninguém cata comida nos lixões, onde os pais não abandonam seus filhos a sua própria sorte e onde a solidariedade, faz parte do cotidiano de cada um.
Como é belo o Natal! Onde os políticos param de enganar e de mentir para conseguir seus objetivos, muitas vezes escusos e sim, confraternizar e buscar, o bem coletivo.
Como é belo o Natal! Onde a natureza se torna mais bela, o verde dos campos, da relva e das matas, se torna mais viçoso e resplandecente.
Como é belo o Natal! Onde o cântico dos pássaros, se torna música aos nossos ouvidos, onde a cada dia que amanhece, agradecemos a Deus, a nova oportunidade que temos de continuamos com vida.
Como é belo o Natal! Onde pudermos enfim, reconhecer a nossa importância como ser vivente e espiritual, filhos do Pai amantíssimo, que nos quer ver progredir sempre, na lei da paz e da fraternidade Universal.
Como é belo o Natal!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

FAMILIA, TRADIÇÃO E CIDADANIA

FAMÍLIA, TRADIÇÃO E CIDADANIA
                Vivemos, numa época muito difícil, devido às dificuldades que passa o nosso País na área sócio-econômica-cultural.
Pela ação dos meios de comunicação, principalmente a televisão e a internet, sabemos instantaneamente o que se passa pelo mundo, trazendo a informação, fazendo com que vivenciemos a violência do dia-a-dia em todo o planeta, com todo o medo que medra em nosso meio, também, começamos a preparar as nossas defesas. Como? Ensinamos nossos filhos as artes marciais, ou seja, como matar e não se defender.
                Ora, meus amigos, o erro está na base. Na célula mater da sociedade. A família! É preciso reeducá-la.
Aos pais urge tirar “um tempo” para conversar com seus filhos (conversa franca, sem rodeios). Fazer, por exemplo, a ”hora democrática”, em que todos participem e digam dos seus problemas, (ouvir é preciso). É necessário, que na família existam verdadeiros amigos. Família que conversa, que reza e se diverte unida, permanece unida.
                As entidades,  de uma maneira geral, infelizmente, deixaram de oportunizar a vivência cultural, para se preocupar somente com o lucro que podem auferir.
Portanto, necessário se faz que, em cada oportunidade, os responsáveis, tanto pais, quanto dirigentes, assumam seu papel de verdadeiros cidadãos, preocupados com a violência, com o consumo de álcool e drogas, com os “pegas” e conseqüentes tragédias no trânsito, com a desagregação familiar, que leva qualquer individuo ao desajuste social e moral.
                E, é aí que entra a Tradição. Como exemplo a ser seguido pelas sociedades organizadas, citamos os Centros de Tradições Gaúchas, entre outras entidades tradicionalistas, onde a família é a mola propulsora para um viver saudável, cultural e harmonioso.
Nos CTGs, impera o respeito, não só as tradições como também, ao ser humano. O que era considerado, anos atrás, “grossura”, nota-se hoje, que é o ambiente que desejamos ter, para os nossos filhos.
                Uma verdadeira escola de cidadania, que, obrigatoriamente, não precisa estar localizada num galpão crioulo, mas, pode encontrar guarida, em qualquer ambiente sofisticado e moderno.
                A hora destas mudanças é agora, porque amanhã poderemos engrossar as fileiras de tantas famílias que choram a perda de seus entes queridos, nos descaminhos da vida, nos miasmas pestilentos das drogas, que os tornam verdadeiros monstros, pelos desvios sociais e morais, que levam para a hecatombe a nossa sociedade.

                                ANTONIO PEREIRA DOS SANTOS. Professor de Estudos Sociais e tradicionalista.