Memórias não fazem apenas parte da nossa história, mas sim da nossa vida, definem oque fomos e o oque ainda seremos.
sábado, 24 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Em Matéria Afetiva
Sempre é forçoso muito cuidado no trato com os problemas afetivos dos outros, porque muitas vezes os outros, nem de leve, pensam naquilo que possamos pensar.Os Espíritos adultos sabem que, por enquanto, na Terra, ninguém pode, em sã consciência, traçar a fronteira entre normalidade e anormalidade, nas questões afetivas de sentido profundo.
Os pregadores de moral rigorista, em assuntos de amor, raramente não caem nas situações que condenam.
Toda pessoa que lesa outra, nos compromissos do coração, está fatalmente lesando a si própria.
Respeite as ligações e as separações, entre as pessoas de seu mundo particular, sem estranheza ou censura, de vez que você não lhes conhece as razões e processos de origem.
As suas necessidades de alma, na essência, são muito diversas das necessidades alheias.
No que tange a sofrimentos do amor, só Deus sabe onde estão a queda ou a vitória.
Jamais brinque com os sentimentos do próximo.
Não assuma deveres afetivos que você não possa ou não queira sustentar.
Amor, em sua existência, será aquilo que você fizer dele.
Você receberá, de retorno, tudo o que der aos outros, segundo a lei que nos rege os destinos.
Ante os erros do amor, se você nunca errou por emoção, imaginação, intenção ou ação, atire a primeira pedra, conforme recomenda Jesus.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Sinal Verde. Ditado pelo Espírito André Luiz. 49 edição. Uberaba-
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Esclarecimento para a posteridade sobre a contribuição do
espiritismo para a humanidade.
Segundo
Allan Kardec, no livro dos Espíritos, o espiritismo veio acabar com o
materialismo, que ainda vige em nossa sociedade. Veio descortinar velhos
ensinamentos, velhos dogmas impostos desde os tempos medievais, em que, eram
proibidos qualquer tipo de discussão em torno de assuntos que envolviam o
conhecimento da teologia cristã.
O espiritismo
veio dizer a toda a humanidade que não era mais uma religião tradicional, que
esta abertura no véu da ignorância, deveria servir à todas as crenças. Que finalmente
o orgulho, a inveja, a presunção, o egoísmo deveriam ser banidos de todos os
povos, como grandes chagas da humanidade que são. Que, o conhecimento das
verdades que o Cristo através de parábolas nos deixou, finalmente poderia, ser
entendido por todos.
São três
os enunciados basilares do espiritismo para o progresso da humanidade, ou seja:
a curiosidade, advinda desde 1848, quando as irmãs Fox, num vilarejo no
interior dos Estados unidos, começam a ouvir na sua humildade choupana, batidas
que depois de muito serem estudadas, por autoridades locais, viram que as respostas
dadas a perguntas formuladas, tinham nexo e inteligência.
Despertada a curiosidade, sai da
América do Norte, passa pela Inglaterra, chegando até Paris, França, centro
irradiador da moda para todo o planeta. Começa então, a fase das mesas
girantes, das batidas inteligentes, mostrando que havia algo ainda desconhecido
para o leigo, fora dos conceitos da época.
O eminente professor Hippolyte
Denizart Léon Rivail, um dos grandes nomes da sociedade francesa, começa a estudar
donde provinham tais ocorrências. Desta curiosidade surgiu todo o conhecimento
dado pelos espíritos, que nada mais são do que a alma dos que já morreram,
através dos cinco livros básicos da doutrina, então formada.
O segundo enunciado, com este
advento, era o raciocínio e a filosofia.
Não se podia mais impor a fé, ela
teria que ser racionada. Como o homem deveria viver com o conhecimento do bem e
do mal. Como o homem, sabendo da sua responsabilidade e do seu livre-arbítrio,
poderia transmudar a sociedade onde vive, através de sua reforma íntima, isto
é, mudando o homem, a sociedade se transformará. Como o homem sabendo que ele
foi criado por Deus, simples e ignorante, como espírito a sua imagem e semelhança
e não como carne, teria que passar por várias existências até se tornar também
um avatar do bem, posto este, a que todos nós fomos criados.
Então a filosofia veio nos dizer
que só existe o mal onde não tem o bem, só existe a escuridão, onde não tem luz
e que o homem foi criado para o bem. Sua natureza é boa porque, ele é filho do
Pai amantíssimo.
Uma fábula de um
monge que, com seus discípulos vagam perto de um rio e viram um escorpião se
afogando nos remete sobre isto.
“O monge tentou retira-lo da água com um pedaço de madeira. Não
conseguindo, entrou no rio e o pegou. Foi quando o escorpião o picou e ele o
largou de volta, saindo da água. Mas, passado o susto, o monge, para espanto de
seus discípulos, volta a entrar na água e salva o escorpião, largando-o em
terra firme.
Os discípulos espantados perguntam ao mestre: como senhor,
este bicho lhe picou, ele é mau, só sabe fazer isto e o mestre ainda o salva?
Ao que o monge responde, com toda calma: é a sua natureza, a
minha, é Esta!
Então, o homem é bom por natureza”.
E o terceiro enunciado do
espiritismo é a aplicação desta filosofia e nesta aplicação nós ainda estamos
engatinhando. O homem, não aprendeu a fazer a verdadeira caridade, o homem,
ainda odeia ao seu próximo. O homem, ainda não sabe que todos somos irmãos, independente
de credos, raças, cores. O homem, ainda cria muros na sua incúria e não constrói
pontes de amizade, camaradagem e amor incondicional. O homem, ainda acha que o
outro lhe pertence, ainda diz que, mata por amor.
Amar é praticar o amor na sua
forma mais digna, sem impor condições, querendo ver o bem do outro. É praticar
o BE IN PE. Benevolência para com todos, Indulgência para com as falhas alheias
e Perdão das ofensas. Esta é a verdadeira caridade.
Inferindo, o espiritismo veio
transformar o homem velho, transmudá-lo para a nova vida que está chegando,
corrigi-lo de suas imperfeições através do conhecimento de si mesmo, de sua
natureza eterna, da sua origem e do seu destino como espírito imortal.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
SEM PENSAR!
É exatamente este, o
sentido do que estou escrevendo neste momento, isto é, deixando rolarem as
palavras à vontade, sem muita concatenação de ideias e sem muito compromisso de
coerência.
Neste momento
da minha vida, constatei que, não posso andar desarmado, não no sentido literal
da palavra, porque as coisas não são como queria que fossem.
Na verdade, são muitas as especulações
e incertezas, todavia, espero, estar contribuindo para o bem estar geral da
comunidade, em que vivo e principalmente, na minha família e círculos de
amizades, quando procuro agir de acordo com minha consciência, dentro de
conceitos éticos, que fui adquirindo ao longo de minha existência.
Muitas situações
adversas, que surgem no dia-a-dia, procuro ter a calma e pensar dez vezes,
antes de tentar resolvê-la, sem, entretanto, modificar as condições primeiras
da individualidade e personalidade de cada pessoa.
Sem tentar impor nenhum juízo apressado,
afirmo, que sem a devida imparcialidade que deve caracterizar cada individuo,
que precisa decidir, não haverá nunca a justiça integral, que necessitamos para
a reabilitação moral de cada cidadão.
Separar
o “joio do trigo”, dar a “Cesar o que é de Cesar”, são parâmetros que devemos
seguir, para termos uma linha reta de conduta e uma consciência tranquila do
cumprimento rigoroso do nosso dever.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Porque sou Tradicionalista
Porque
sou tradicionalista.
Baseado, no meu grande
mestre do tradicionalismo, o saudoso, Euclides Pereira Soares, fundador das tradições
em Santa Cruz do Sul, devo inicialmente dizer que: sou tradicionalista, porque
a Tradição e o instinto tradicionalista estão radicados em dois fundamentos
indestrutíveis: a natureza do Criador, eterno e imutável; e a natureza humana,
com sua reverência elementar, perante os antepassados, com sua ligação
essencial à sociedade, com sua herança heráldica, transmitida pelas gerações do
passado.
Sobre estas bases: eterna como as montanhas de granito, nas
quais arde a tríplice chama da Divindade, profunda como os mais longínquos ecos
da voz de DEUS; se constrói o tradicionalismo do homem bom e verdadeiramente
humano.
Não é um sentimentalismo que o
vento traz e o vento leva, nem a melancolia de fulgurantes ocasos; nem o
calafrio dos museus e das recordações históricas; - É a convicção haurida de
premissas inatas e evidentes. É a solene afirmação do que DEUS deu de bom e
cristamente humano aos nossos avoengos. É a atitude de reverência e amor, na
sua mais pura essência, depositada pela Providência no berço de cada ser
humano.
Assim
entendo o tradicionalismo: e não há, salvo melhor juízo, outra concepção sobre
este assunto.
O tradicionalismo é um valor
positivo, sem visos de polêmicas ou menoscabo de outras culturas.
O tradicionalismo verdadeiro é
nobre demais, para poder viver de flutuantes paixões, ou alimentar animosidade
contra outros homens e outros modos de ver e pensar.
Acho
até que, a única maneira segura de lançar pontes humanas, além-fronteiras,
raciais e linguísticas, é o respeito perante a própria Tradição, pois só o
homem dotado de culto fundamental, perante a história de seus ancestrais, possuí
a necessária envergadura ética, para alçar voo ao reino do humanismo total.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
UM SONHO!
Algumas pessoas dizem que
sou um sonhador! No entanto, seria um sonho pensar que todos poderíamos ser
felizes?
Seria um sonho, pensar que as
pessoas poderiam se entender melhor? Seria um sonho, imaginar que as famílias poderiam
ser mais unidas? Seria um sonho imaginar que, os filhos, poderiam conversar com
os pais sobre todos os assuntos, em qualquer momento?
Seria um
sonho, imaginar que as novelas e os programas de televisão não estivessem à
frente da educação dos filhos, ou que cada um deles não tivesse em seus
quartos, seu próprio programa da rede social mundial à revelia da família?
E esta família
fica cada vez mais relegada a segundo plano. E os traficantes tomando conta dos
jovens, assumindo a “educação” de seus tutelados?
Seria um
sonho, pensar que tudo poderia ser diferente? Seria um sonho pensar que se os
pais não entregassem seus carrões para seus filhos ainda sem formação adequada
no seu caráter e personalidade, causando, muitas vezes, verdadeiras catástrofes
no trânsito, muitas lágrimas seriam evitadas?
Seria um
sonho ainda, imaginar que se os pais se amassem verdadeiramente e também amassem
seus filhos e vice-versa, tudo seria melhor?
Seria um
sonho, pensar que, se os professores ensinassem a seus alunos a verdadeira
cidadania, não só o abc, mas e principalmente, o respeito ao ser humano, o respeito
às leis e as autoridades constituídas, o respeito à palavra empenhada, enfim,
que se unissem com os
o sonho! pais numa verdadeira cruzada de brasilidade e
cidadania, nossa sociedade não melhoraria?
Ou
é tudo um utópico sonho
Um dia ja fui poeta!
Amo teus
olhos tristes
Amo teu meigo e doce
sorriso
Minha vida
existe porque tu existes
És a
luz que para viver preciso.
I
Amo o
sol que teu corpo bronzeia
Amo o
dia que te dá vida
Amo a
lua que teu quarto clareia
Quando a
noite descansas da lida.
II
Quero envolver-te
num só abraço
Cobrir-te
o rosto de frenéticos beijos
Fazer-te
sentir o calor deste mormaço
Que é
sol ardente dos meus desejos.
III
Quero deixar-te
louca desvairada
Os olhos
semicerrados, sentindo invadir-te o tremor
Pela agitação
febril do meu carinho alucinado, confessar-me
Que é
só meu, meu só, o teu amor!
IV
Quero sugar
com suga o mel, a abelha
Toda a
seiva do teu ser, em que possas respirar
Unindo à
tua que suplica, minha boca e entre suspiros
Nos meus
braços, sentir-te delirar.
V
Tua voz
que tanto bem me traz
É como
nas trevas surgindo o raio de luz
Faz-me sonhar...
sonhar....nada mais...
E ao
mundo de fadas e anjos me conduz.
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